Primeiro trailer completo de John Wick 4: Baba Yaga

Finalmente a Lionsgate liberou um trailer completo no youtube de John Wick 4: Baba Yaga.

Cartaz de John Wick 4: Baba Yaga

O filme ganhou o título de John Wick 4: Baba Yaga. Confira abaixo e diga para nós aí o que achou.

Nós da Usina Nerd estamos muito empolgados para esse novo filme de John Wick, principalmente depois desse novo trailer.

Primeiro trailer completo de John Wick 4: Baba Yaga

Novo trailer de Avatar

Saiu um novo trailer de Avatar: The Way of Water.

Cena do novo trailer de Avatar: The Way of Water

O trailer mostra muitas coisas da história e nos faz lembrar o quão mágico e lindo é Pandora.

Trailer de Avatar: The Way of Water

Conte para nós o que achou desse novo trailer? Gostou ou adorou? Ou você faz parte daquele número bem pequeno de pessoas que não gostam de Avatar.

E como está sua expectativa para o filme? A nossa aqui na Usina Nerd está altíssima.

Especulações sobre a saída de Henry Cavill da série The Witcher

O autor Henry Cavill deixará a série The Witcher após a terceira temporada da série. A Netflix anunciou que a partir da 4ª temporada Geralt de Rivia será interpretado por Liam Hemsworth.

Henry Cavill, por meio do seu perfil do Istagram, deixou uma mensagem para os fãs.

Post de Henry Cavill no Istagram

“Minha jornada como Geralt de Rivia foi cheia de monstros e aventuras, e eu vou pendurar meu medalhão e minhas espadas para a quarta temporada. Em meu lugar, o fantástico Sr. Liam Hemsworth vai assumir o manto do Lobo Branco. Como acontece com os maiores personagens literários, eu passo o bastão com reverência pelo tempo que passei vivendo Geralt, e com entusiasmo para ver a versão de Liam para esse homem fascinante e cheio de nuances”.

“Liam, este personagem é maravilhosamente profundo, aproveite o mergulho nele e ver o que você descobre”.

Liam Hemsworth também publicou um comunicado em seu Istagram.

Post de Liam Hemsworth no Istagram

“Como fã de The Witcher, estou nas nuvens com a oportunidade de interpretar Geralt de Rivia“, escreveu. “Henry Cavill foi um Geralt incrível, e estou honrado que ele está me entregando as chaves do reino e permitindo que eu assuma as lâminas do Lobo Branco para o próximo capítulo dessa aventura. Henry, eu sou seu fã há anos, e fiquei muito inspirado pelo que você trouxe a esse personagem tão amado. Tenho um grande espaço para preencher, mas estou muito animado de entrar para o mundo de The Witcher“. 

Cavill era um fã assumido da franquia The Witcher e dava vida à Geralt desde o início da série, em 2019. Ainda não há previsão de estreia da 3ª temporada da produção na Netflix, especula-se que será lançada entre dezembro de 2022 a março de 2023.

Recentemente, Cavill anunciou oficialmente seu retorno com o Superman no universo DC dos cinemas. Ele deu vida ao herói pela primeira vez em 2013, em O Homem de Aço, e reprisou o papel em Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, Liga da Justiça e em Liga da Justiça de Zack Snyder.

Especulações dos fãs

Os fãs do Witcher não estão entusiasmados com o fato de Henry Cavill não interpretar mais Geralt de Rivia, mas não o culpam por deixar a série.

Muitos fãs ficaram perturbados ao saber que Geralt não será mais interpretado por Henry Cavill. Enquanto alguns acreditam que o retorno de Cavill ao Superman e os conflitos de agenda que poderiam ocorrer são o principal motivo de sua saída, outros não estão convencidos de que Cavill não encontraria uma maneira de fazer os dois papéis simultaneamente. Os fãs sabiam do amor de Cavill pelo personagem e pelo material de origem, afirmando que deve deve ter acontecido algo nos bastidores que fez com que ele aproveitasse a oportunidade e deixasse a série.

Desde que The Witcher estreou na Netflix em 2019, sabe-se muito bem que Henry Cavill é um grande fã dos videogames e da série de livros na qual a série é baseada. Mas parece que algumas pessoas nos bastidores podem não compartilhar esse amor pelo material de origem. Em uma recente sessão de perguntas e respostas no Instagram, o ex-produtor da série Beau DeMayo compartilhou que alguns dos escritores de The Witcher “não eram [fãs] ou não gostavam dos livros e jogos (alguns chegavam a zombar do material de origem).”

Nos bastidores se falava que Cavill era conhecido como uma “bíblia de Witcher”. Por esse motivo especula-se que não deve ter sido fácil para Cavill trabalhar junto de uma equipe de roteirista que zombavam ativamente do trabalho que eles estavam adaptando. De acordo com a atriz Freya Allan, Cavill também usava seu conhecimento que tinha da mitologia e história de Witcher para fazer sugestões durante as filmagens. Ela diz que estavam fazendo uma cena e ele dizia: “eu acho que deveria incluir essa linha, porque essa linha é dos livros.” Allan dizia que ele é definitivamente um nerd, mas ele definitivamente possui isso, o que é legal.

O próprio Henry Cavill dizia que estavam comprometido com os planos da showrunner Lauren Hissrich para sete temporadas “desde que possamos continuar contando grandes histórias que honrem o trabalho do autor Andrzej Sapkowski”. Embora Hissrich tenha levado a sério suas anotações para a segunda temporada e tenha recebido sua ajuda para moldar a caracterização de Geralt durante o arco da temporada, também não deve caber apenas a Cavill garantir que a verdadeira essência de seu personagem seja representada na tela.

Agora nos resta torcer para que Liam Hemsworth vá bem no papel. Ele também é fã de The Witcher, então não é como se Geralt de repente fosse ser interpretado por um ninguém que não tem ideia do que está fazendo. Mas, ao mesmo tempo, Henry Cavill aborda o papel com um conhecimento e paixão tão imensos pela história, maneirismos e filosofia do personagem que é difícil imaginar alguém trazendo a mesma energia e amor para Geralt. Sem a influência de Cavill e os escritores que realmente se importam com a história que estão escrevendo, parece que The Witcher pode lutar para manter sua forte audiência durante suas potenciais sete temporadas. Há muitos fãs que veem Geralt de Cavill como a cola que mantém a série unida, então sem ele quem pode dizer por quanto tempo os fãs continuaram seguindo a série.

E vocês, caros leitores, acham que Henry Cavill saiu da série apenas por questões de agenda com Superman ou teve algo mais? E quanto a Liam Hemsworth, vocês acham que a série irá funcionar com ele no papel de Geralt de Rivia?

Treze assassinos seriais famosos e filmes/séries/livros sobre eles

Após o sucesso da série Dahmer, um canibal americano, foi verificado um aumento na pesquisa pelos diversos documentários que tem na Netflix sobre a sua vida e de outros assassinos seriais famosos.

Inclusive o google registrou um aumento considerado no último mês pesquisas sobre essas pessoas que nos enchem de medo, repulsa, e ao mesmo, tempo, curiosidade, para saber ou tentar descobrir o que levou a essas pessoas cometerem esses crimes hediondos.

Abaixo fizemos uma lista com 13 assassinos seriais que ficaram famosos e são conhecidos e já renderam filmes, séries, livros, quadrinhos, jogos e listamos também quais as principais obras que retratam sua vida ou se “inspiraram” em suas vidas e/ou crimes.

Não está em um ordem de periculosidade nem nada, mas é uma ordem por obras que receberam sobre sua vida, documentários, impacto na mídia, TV ou jornais, dependendo da época. Além destes existem muitos outros, infelizmente.

Segue a lista.

13 – Dennis Nilsen

Dennis Andrew Nilsen foi um assassino em série e necrofílico britânico. Ele matou pelo menos 15 homens entre 1978 e 1983 em Londres. Dennis costumava conversar com os corpos de suas vítimas. Dennis serviu ao exército britânico e depois à Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres.

Dennis Andrew Nilsen

Pediu dispensa um ano depois para trabalhar com segurança privada e sindicatos. Seu modus operandi era conseguir homens homossexuais em boates gays com a promessa de sexo em sua casa. Lá chegando, os estrangulava e mutilava os corpos. Fervia mãos e cabeça para dificultar a identificação.

O restante do corpo era jogado em pequenas partes na privada ou no jardim. Com o tempo, a privada entupiu e encanadores foram chamados. Dois empregados da empresa contratada perceberam pedaços de carne no encanamento. Ao voltarem no dia seguinte, notaram que alguns pedaços eram visivelmente de corpos humanos.

Chamaram a polícia, que descobriu vários restos humanos no encanamento da casa, no jardim e sob o piso do apartamento do sótão. Dennis foi condenado à prisão perpétua por seis homicídios e faleceu em maio de 2018, ao não sobreviver a uma cirurgia no abdome, aos 72 anos.

Séries: Des: The infamous muswell hill murderer

Séries documentais: Arquivos de um Serial Killer

12 – BTK

Dennis Lynn Rader é um assassino em série americano conhecido como BTK (um apelido que ele deu a si mesmo, que é uma abreviação de “bind, torture, kill”, ou, em português, “Amarrar-Torturar-Matar”) ou “Estrangulador BTK”.

Dennis Lynn Rader

Entre 1974 e 1991, Rader matou cerca de dez pessoas nas cidades de Wichita e Park City, no estado do Kansas, e enviou cartas provocadoras à polícia e jornais locais descrevendo os detalhes de seus crimes.

Após um hiato de um pouco mais de uma década, Rader voltou a mandar cartas, em 2004, que levou a sua prisão no ano seguinte. Não muito tempo após ser preso, ele confessou seus crimes e se declarou culpado perante um juiz. Ele recebeu dez sentenças de prisão perpétua pelos homicídios que cometeu, sendo encarcerado na Instituição Correcional El Dorado, em Prospect Township, no Condado de Butler, no Kansas.

Filmes: Caçada ao Assassino BTK, BTK: A Killer Among Us.

Filme documentário: I Survived BTK

11 – Edmund Kemper

Edmund Emil Kemper III é um assassino em série e necrófilo americano que assassinou dez pessoas, incluindo membros de sua própria família, como seus avós paternos e mãe. Ele chamava a atenção por seu tamanho, com seus 2,06 m de altura e seu intelecto avançado, possuindo um QI de 145.

Edmund Emil Kemper III

Solto da instituição onde estava aos 21 anos após convencer os psiquiatras que ele estava reabilitado, Kemper não era considerado agressivo e não se mostrava como uma ameaça para suas vítimas. Ele costumava mirar mulheres jovens que pediam carona, as atraindo para seu veículo e levando-as à áreas isoladas onde as mataria antes de levar seus corpos de volta para sua casa para decapita-las, desmembra-las e violá-las. Kemper então assassinou sua mãe e uma de suas amigas antes de se entregar para as autoridades.

Séries documentais: Ed Kemper – A Mente de um Monstro

Livros: Kemper: Memórias de um assassino em série, de Fernando Alves Sales.

10 – Assassino do zodíaco

O Assassino do Zodíaco é o pseudônimo de um assassino em série estadunidense que atuou no Norte da Califórnia durante 10 meses desde o final da década de 1960. Sua identidade permanece desconhecida. O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados. Tem sido descrito como o caso de assassinatos não resolvido mais famoso da história americana e tornou-se um elemento fixo na cultura popular.

Um dos retratos falados do assassino do Zodíaco

O Assassino do Zodíaco matou quatorze vítimas reconhecidas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa e São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Quatro homens e três mulheres entre 16 e 29 anos foram os alvos do assassino. Outras pessoas foram consideradas possíveis vítimas. Com a falta de precisão no número de vítimas, a incapacidade de decifrar suas cartas criptografadas e a falha na busca de suspeitos, o caso é considerado como o crime perfeito.

Filmes: Zodíaco

Livros: Zodíaco, de Robert Graysmith.

Séries documentais: This Is the Zodiac Speaking

9 – Mary Ann Cotton

Mary Ann Cotton foi uma assassina em série britânica, considerada a primeira da Inglaterra, em homicídios que se deram vinte anos antes dos casos de Jack, o Estripador. Teria sido responsável por vinte e uma mortes por envenenamento, usando principalmente arsênio.

Mary Ann Cotton

Matou três maridos, um amante e diversas crianças, incluindo seus próprios filhos. Foi enforcada em 24 de março de 1873.

Séries: Dark Angel

Livros: Mary Ann Cotton: Britain’s First Female Serial Killer, de David Wilkson

8 – Albert Fish

Albert Hamilton Fish foi um pedófilo, masoquista, assassino em série e canibal norte-americano. Sua família possuía um longo histórico de insanidade. Provavelmente um dos piores seres humanos dessa lista, caso seja possível fazer uma comparação entre monstros.

Albert Hamilton Fish

Fish é também conhecido na cultura popular como Gray Man, Werewolf of Wysteria (Lobisomem de Wysteria), The Brooklyn Vampire (Vampiro de Brooklyn) e The Bogeyman (Papão).

Chegou a enviar carta para os familiares de uma de suas vítimas, contando detalhes de como a devorou. Foi executado na cadeira elétrica.

Filmes: The Gray Man, Albert Fish

Séries documentais: Albert Fish: In Sin He Found Salvation

7 – Ed Gein

Edward Theodore Gein, mais conhecido como Ed Gein, foi um assassino e ladrão de lápides americano condenado pelo homicídio de duas pessoas e suspeito no desaparecimento de outras cinco.

Edward Theodore Gein

Edward foi inicialmente considerado inapto para ser julgado e confinado a um centro de saúde mental. Em 1968, foi considerado culpado, mas legalmente insano no assassinato de Worden, sendo enviado para uma instituição psiquiátrica. Em 26 de julho de 1984, Edward morreu aos 77 anos no Mendota Mental Health Institute por uma falha no fígado induzida por câncer e falha respiratória.

Filmes: In the light of the moon, Ed Gein – O assassino de Plainfield

Inspiração para os filmes: O massacre da serra elétrica, Psicose e o Silêncio dos Inocentes.

6 – Jeffrey Dahmer

Jeffrey Lionel Dahmer foi um assassino em série americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos, entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre os anos de 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo.

Jeffrey Lionel Dahmer

Embora diagnosticado como portador de transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade esquizotípica e transtorno psicótico, Dahmer foi considerado legalmente são em seu julgamento. Condenado por 15 dos 16 assassinatos que cometeu no estado norte-americano de Wisconsin, foi sentenciado a quinze penas de prisão perpétua em 15 de fevereiro de 1992. Posteriormente, no estado norte-americano de Ohio, Dahmer foi sentenciado a uma 16.ª pena de prisão perpétua, dessa vez pelo homicídio de Steven Mark Hicks, ocorrido em 1978.

Em 28 de novembro de 1994, Dahmer foi espancado até à morte por Christopher Scarver, outro detento, com quem cumpria pena na Columbia Correctional Institution, uma prisão de segurança máxima no estado de Wisconsin.

Filmes: Dahmer – O canibal de Milwaukee, Dahmer – Mente assassina, The Jeffrey Dahmer Files, My friend Dahmer, entre outros.

Séries: Dahmer – Um canibal americano

Séries documentais: Dahmer por Dahmer – Na mente de um Serial Killer, Conversando com um Serial Killer – O canibal de Milwaukee

5 – John Wayne Gacy, o Palhaço Assassino

John Wayne Gacy foi um assassino em série e estuprador estadunidense, conhecido como o Palhaço Assassino. Acusado de torturar, estuprar e matar ao menos 33 adolescentes entre 1972 e 1978 no condado de Cook, no estado de Illinois, na região metropolitana de Chicago, ele foi condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte.

John Wayne Gacy

Todos os assassinatos conhecidos perpetrados por Gacy foram cometidos em sua casa no bairro de Norwood Park. Suas vítimas eram trazidas à sua casa por força ou por subterfúgios enganosos; todas, exceto a sua primeira vítima — a qual foi esfaqueada até a morte —, foram mortas por asfixia ou estrangulamento com um garrote improvisado. Gacy enterrou 26 de suas vítimas sob o assoalho de sua casa. Outras três vítimas foram enterradas em outras partes de sua residência enquanto os cadáveres das quatro últimas foram jogados no rio Des Plaines.

Filmes: To Catch a Killer, Gacy, Dear Mr. Gacy.

Séries: John Wayne Gacy: A Vingança do Palhaço Assassino

Séries documentais: Conversando com um Serial Killer – O palhaço assassino.

4 – Richard Ramirez

Ricardo Leyva Muñoz Ramírez, mais conhecido por Richard Ramírez, the night stalker, foi um assassino em série, estuprador, sequestrador, pedófilo, assaltante norte-americano e satanista que atuou na região da Grande Los Angeles e São Francisco entre 1984 e 1985.

Ricardo Leyva Muñoz Ramírez

Ramírez, nos seus ataques, utilizou uma variedade de armas, incluindo armas de fogo, facas, machete, chave de roda, martelo assim como chutes e pisões. Ele ficou conhecido também pelo uso de imagens satânicas como pentagramas, que desenhava com batom nos locais dos ataques e nos corpos das vítimas. Ramirez nunca expressou qualquer remorso por seus crimes, ainda insultava e dava risadas durante o julgamento.

O juiz que assinou sua décima-nona condenação de pena de morte afirmou que seus atos demonstravam “crueldade, insensibilidade e perversidade além de qualquer compreensão humana”. Ramirez foi condenado, em 1989, por treze assassinatos de quinze cometidos, cinco tentativas de homicídio, onze atos de agressão sexual e catorze roubos. Veio morrer devido a complicações de um linfoma (câncer) enquanto aguardava execução no corredor da morte em San Quentin.

Filmes: Perseguidor noturno

Séries: Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer

Livros: A vida e os crimes de Richard Ramirez, de Philip Carlo

3 – Charles Manson

Charles Milles Manson, nascido Charles Milles Maddox foi um criminoso estadunidense. Em meados de 1967, ele formou e liderou o que ficou conhecido como “Família Manson”, uma seita que atuava na Califórnia. Seus seguidores cometeram uma série de nove assassinatos em quatro locais em julho e agosto de 1969.

Charles Milles Manson

Em 1971, ele foi condenado por assassinato em primeiro grau e conspiração para cometer assassinato pela morte de sete pessoas. A promotoria admitiu que Manson nunca ordenou literalmente os assassinatos, mas eles argumentaram que sua ideologia constituía um ato público de conspiração. Manson também foi condenado por assassinato em primeiro grau pelas mortes de Gary Hinman e Donald Shea.

Filmes: Helter Skelter, The Manson Family, House of Manson, Era Uma Vez em… Hollywood, entre outros.

Séries documentais: Charles Manson: The Demon of Hollywood

Séries: Manson: A biografia, de Jeff Guinn.

2 – Jack, o estripador

Jack, o Estripador é o pseudônimo mais conhecido para designar um famoso assassino em série não identificado que atuou na periferia de Whitechapel, distrito de Londres, e arredores em 1888.

Gravura de um dos crimes atribuídos a Jack, o estripador

Os ataques atribuídos a Jack, o Estripador tipicamente envolviam prostitutas que viviam e trabalhavam nos bairros pobres de East End, cujas gargantas eram cortadas para então sofrerem cortes abdominais. A remoção de órgãos internos de ao menos três vítimas levantou a possibilidade do assassino ter algum conhecimento de cirurgia e anatomia.

Rumores sobre a identidade do homicida se intensificaram entre setembro e outubro de 1888, quando a Scotland Yard e a imprensa receberam outras cartas supostamente escritas pelo assassino. Uma delas, a carta “From Hell”, recebida por George Lusk do Comitê de Vigilância de Whitechapel, incluía a metade de um rim humano preservado, possivelmente retirado de uma das vítimas.

A opinião pública acreditou na existência de um único assassino em série chamado “Jack, o Estripador” principalmente devido à natureza brutal das matanças, como também por causa do sensacionalismo da imprensa em relação aos homicídios.

Filmes: Jack, o estripador (1976), Jack, o estripador (2016)

Séries: O estripador, Ripper Street, Jack – O estripador (1988).

Quadrinhos: From Hell, de Alan Moore e Eddie Campbell.

1 – Ted Bundy

Theodore Robert Bundy, mais conhecido pela alcunha de Ted Bundy foi um notório assassino em série americano que sequestrou, estuprou e matou várias mulheres jovens na década de 1970 e possivelmente antes.

Theodore Robert Bundy

Após quase uma década de negação, antes de sua execução em 1989, ele confessou trinta homicídios em sete estados, de 1974 a 1978. O real número de vítimas, contudo, pode ser bem maior.

Bundy era considerado um homem bonito e carismático, traços que ele utilizava para conquistar a confiança de suas vítimas e da sociedade. Bundy se aproximava de suas vítimas em locais públicos, fingindo lesão ou incapacidade, ou fingindo ser uma figura de autoridade, antes de ataca-las e deixa-las inconscientes e as levava a locais reclusos para estuprá-las e depois matá-las.

Às vezes ele retornava a cena dos crimes, ajeitando o local e tendo relações sexuais com os cadáveres em decomposição até a fase de putrefação ou outros acontecimentos, como animais selvagens mexendo nos corpos, que o impedisse de continuar.

Ele decapitou ao menos doze vítimas e manteve algumas das cabeças em seu apartamento como lembranças. Em algumas ocasiões, ele invadiu a casa de suas vítimas à noite e as espancava enquanto dormiam.

Filmes: Mente Assassina, Ted Bundy: A Confissão Final, Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, Ted Bundy: A Mente de um Monstro

Séries: Ted Bundy: As Sobreviventes

Série Documental: Ted Bundy: Apaixonada por um Assassino, Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy

1899: Nova série de terror da Netflix ganha cartaz

Ganhou um cartaz a nova série de terror da Netflix, 1899, dos mesmos criadores de Dark, com previsão de estreia marcada para o dia 17 de dezembro.

Cartaz da série 1899

A série terá oito episódios em sua primeira temporada e mostrará imigrantes oriundos de várias regiões em uma viagem da Europa até Nova York em busca de melhores condições de vida. No meio do caminho acontecem eventos aterrorizantes.

Estrelam nomes como Emily Beecham, Aneurin Barnard, Andreas Pietschmann e Miguel Bernardeau.

Netflix não planeja mais ter lançamento semanal de séries

Diferentemente do que informamos aqui, a Netflix informou que manterá sua estratégia com o “formato-maratona”.

NETFLIX

Abaixo um trecho de uma carta enviada pela Netflix aos acionistas da empresa:

“Achamos que nosso modelo de lançamento único ajuda a gerar engajamento substancial, especialmente para títulos mais novos.[…] Acreditamos que a capacidade de nossos usuários mergulharem em uma história do início ao fim aumenta sua diversão, mas também a probabilidade de contarem a seus amigos, o que significa que mais pessoas assistem, participam e ficam com a Netflix.”

Foi divulgado também um gráfico que mostra como o lançamento dos 10 episódios de Dahmer: Um Canibal Americano ajudou a gerar mais fluxo de pesquisa do que outras séries semanais. Os exemplos usados para comparação foram A Casa do Dragão e O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, uma da HBO e outra da Amazon prime.

Gráfico que mostra a pesquisa no google pelos usuários pelas principais séries lançadas nesse último mês

E você, acha que o formato-maratona é o melhor e a Netflix deve mantê-lo? Ou acha que esse gráfico não mostra a realidade e só aconteceu isso porque Dahmer foi uma série fora da curva que fez com que muitas pessoas pesquisasse sobre a série devido as suas curiosidades com relação ao verdadeiro assassino?

Escreva o que vocês acham aí nos comentários.

Último trailer de Black Panther: Wakanda Forever

Black Panther: Wakanda Forever, estreará nos cinemas mundiais em 11 de novembro e foi liberado um novo trailer, provavelmente o último antes do seu lançamento, que mostra mais alguns detalhes que não haviam sido mostrado anteriormente.

Black Panther: Wakanda Forever

Você pode verificar o trailer clicando no link abaixo:

Trailer de Black Panther: Wakanda Forever

Quantas e quais são as gerações dos consoles de vídeo games

E aí pessoal, abaixo uma matéria especial sobre as gerações dos vídeos games para quem sempre se confundia quando conversava com os colegas de qual geração era qual vídeo game, qual a geração dos controles de 8 bits, 16 bits, 32 bits, etc.

Aqui falaremos apenas dos consoles tradicionais, os vídeos games que engatamos na televisão para jogar, sobre o portátil a história seria um pouco diferente e bagunçaria a classificação, para portáteis teria que fazer uma lista com suas respectivas gerações apenas para eles, o que faremos em um futuro.

Primeira geração: o início de tudo (1972 a 1976)

A primeira geração vem com a revolução de uma ideia completamente nova de se jogar um jogo na televisão. A ideia concebida por Ralph Baer deu origem ao primeiro console, o Magnavox Odissey, seguido pelo famoso Pong e o Coleco Telstar.

Principais consoles da primeira geração

Magnavox Odissey
Pong
Coleco Telstar

Segunda geração: o império do 2600 (1977 a 1983) 

A segunda geração evoluiu o conceito dos jogos em vídeo trazendo microprocessadores de 8-bits e diversos cartuchos com diversos jogos para rodar no mesmo aparelho. O primeiro console desta geração foi o Fairchild Channel F, porém a geração tornou-se muito popular com o Atari 2600, da Atari, que popularizou os vídeo game nas casas das famílias e também foi responsável pela primeira grande crise para os vídeos games.

Outros consoles dessa geração que podemos destacar são Mattel Intellivision, Magnavox Odyssey², ColecoVision, Vectrex, Bally Astrocade e Emerson Arcadia 2001

Principais consoles da segunda geração

Fairchild Channel F
Atari 2600
Magnavox Odyssey 2
Mattel Intellivision

Terceira geração: a Nintendo domina o mundo (1984 a 1986)

Embora a segunda geração também usasse processadores 8-bits, eles eram subutilizados. Foi na terceira geração que o potencial do processador foi completamente utilizado, tanto que esta é conhecida como a verdadeira geração 8-bits. A Nintendo revoluciona o mercado dos games e acaba os salvando da crise ocorrida na época do Atari.

O Famicom (NES no ocidente) fez um grande uso da jogabilidade 2D, trazendo o seu best-seller, Super Mario Bros, uma jogabilidade em side scrolling e um controle adaptado para o 2D, com um direcional em cruz. Também tivemos o Master System da Sega e o Atari 7800 da Atari, embora este última não conseguisse acompanhar os demais.

Principais consoles da terceira geração

Famicom (NES)
Master System
Atari 7800

Quarta geração: Sega x Nintendo (1987 a 1992)

A geração 16-bits, como foi chamada a quarta, evolui a revolução trazida pela terceira. Os processadores agora tinham 16-bits e os controles tinham mais botões. O primeiro console da geração foi o TurboGrafx-16. Porém ele acabou ficando meio esquecido com a chegada dos concorrentes: o Neo-Geo da SNK e principalmente o Mega Drive da Sega e o Super Nintendo da Nintendo, que travaram uma batalha de marketing feroz pelas vendas de seus jogos, sendo que no final o Super Nintendo foi o mais famoso e vendido da geração, apesar da Sega ter vendido bastante também com o seu famoso ouriço azul, o Sonic.

Principais consoles da quarta geração

Super Nintendo
Mega Drive
Neo-Geo

Quinta geração: a revolução 3D (1993 a 1997)

A quinta geração foi a princípio a geração 32-bits. Com mais processamento e capacidade de armazenamento foi possível sair do padrão 2D para começar a sair jogos em ambientes em 3D.

Os primeiros consoles foram o 3DO, Amiga CD-32 e o Atari Jaguar. Porém eles foram esquecidos com a chegada dos grandes nomes: PlayStation da Sony, Saturn da Sega e o Nintendo 64 da Nintendo, que trouxe um videogame com 64 bits (fazendo a geração ser conhecida como geração 32/64 bits).

Exceto pelo Nintendo 64, os consoles nessa geração realizaram a troca de mídia de cartucho para CD, mudando completamente o antigo conceito de armazenamento.

Principais consoles da quinta geração

3DO
Amiga CD-32
Atari Jaguar
PlayStation
Sega Saturn
Nintendo 64

Sexta geração: a Microsoft entra no jogo, literalmente (1998 a 2004)

A era dos 128-bits acabou por ser uma evolução do anterior, agora com gráficos 3D com mais qualidade. O primeiro console desta sexta geração foi o Dreamcast da Sega. Após ele veio o PlayStation 2 da Sony, o GameCube da Nintendo, e por fim o Xbox da Microsoft, que entrou no mercado e acabou por substituir a Sega, que então passou a produzir somente jogos, mesmo que nesse momento a Microsoft ainda estava aprendendo sobre o mercado de games e se preparando para o futuro.

Principais consoles da sexta geração

Dreamcast
GameCube
PlayStation 2
Xbox

Sétima geração: HD e novos controles (2005 a 2011) 

Aqui inicia a batalha entre Microsoft e Sony, e embora o Xbox 360 da Microsoft e o PlayStation 3 da Sony elevaram os níveis gráficos a níveis inimagináveis e trouxeram experiência cinematográfica para os consoles, o Wii da Nintendo trouxe a revolução da interação através do controle de movimento e manteve a Nintendo na disputa. A ideia foi tão revolucionaria que a Sony criou um controle semelhante para o PS3 chamado PS Move e a Microsoft cria o Kinect, uma interface de movimento que capta os movimentos do jogador, sem uso de controle.

Principais consoles da sétima geração

PlayStation 3
Xbox 360
Nintendo Wii

Oitava geração: duelo de gigantes, Nintendo, Sony e Microsoft (2012 até 2019) 

A eterna batalha entre Sony, Microsoft e Nintendo continua e não há indício que outra empresa entrará novamente nessa briga, pelo menos, não tão cedo. Fazem parte dessa geração o PlayStation 4 da Sony, o Xbox One da Microsoft e o híbrido de mesa e portátil Nintendo Switch.

PlayStation 4
Xbox One

Nona geração: a última? (2020 até hoje)

Vivemos uma transformação onde os consoles dedicados se misturam com a computação em nuvem e novas experiências sensoriais promovidas pelas redes conectadas e o metaverso. O Playstation 5 e o Xbox Series X ainda se colocam como novidade em um mercado sólido porém dividido. A Nintendo até o momento não apresentou nenhum console nessa geração e a Google estava tentando entrar nesse ramo com o seu Google Stadia, mas que não deu muito certo e que já foi anunciado que iria ser abandonado.

PlayStation 5
Xbox Séries

Fontes:

Wikipedia

Memoriabit

Bojoga

Mundo Freak

Escrito por Nerd Caótico em 16 de outubro de 2022.